Quando falamos em exames caros cobertos pelo plano de saúde, muita gente só entende o verdadeiro valor do convênio no momento em que precisa usar.
É comum ouvir isso em Passos, no Sul e Sudoeste de Minas: a pessoa paga o plano por anos, usa pouco e começa a pensar em cancelar para “economizar”.
O problema é que basta um único exame de alto custo para essa conta não fechar.
Ressonâncias, tomografias e exames de alta complexidade realizados nos laboratórios de Passos ou em atendimentos de urgência na Santa Casa podem custar milhares de reais no particular. Valores que, muitas vezes, equivalem a anos de mensalidade do plano.
Neste artigo, você vai entender quais são os principais exames caros cobertos pelo plano de saúde, o que a ANS realmente exige das operadoras e por que, na prática, o plano costuma se pagar em um único procedimento.
Por que exames caros fazem tanta diferença no bolso?
Consultas simples e exames laboratoriais básicos têm custo previsível.
Mas a realidade muda completamente quando falamos de exames de imagem avançados e procedimentos de alta complexidade, como os solicitados em emergências ou investigações clínicas mais profundas.
Esses exames envolvem:
- Equipamentos que custam milhões de reais
- Médicos especialistas altamente qualificados
- Estrutura hospitalar complexa, como a utilizada na Santa Casa da região
Por isso, quando feitos no particular em Passos ou cidades vizinhas, os valores são elevados. É exatamente nesse ponto que o plano de saúde deixa de ser despesa e passa a ser proteção financeira real.
1. Ressonância Magnética (RM)
A ressonância magnética está entre os exames caros cobertos pelo plano de saúde mais solicitados na prática clínica. É essencial para avaliação de:
- Coluna e articulações
- Encéfalo
- Lesões musculares e ligamentares
- Tumores e doenças neurológicas
Valor no particular em Passos e região: entre R$ 1.200 e R$ 4.000, dependendo do uso de contraste.
Cobertura pelo plano: obrigatória quando há indicação médica, conforme o Rol da ANS.
Em planos PME, MEI ou por Adesão, que costumam ter mensalidades mais acessíveis, uma única ressonância pode pagar um ano inteiro de plano.
2. Tomografia Computadorizada (TC)
A tomografia é fundamental em situações de urgência, como:
- Acidentes
- Suspeita de AVC
- Avaliação de órgãos internos
- Doenças pulmonares
Valor no particular: de R$ 600 a R$ 2.500.
Cobertura pelo plano: obrigatória quando indicada por médico, inclusive com contraste.
Esse é um exame muito comum em atendimentos de emergência na Santa Casa e um dos que mais geram impacto financeiro para quem não tem plano.
3. PET-CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons)
O PET-CT é um dos exames mais caros cobertos pelo plano de saúde na medicina diagnóstica moderna, muito utilizado em:
- Diagnóstico e estadiamento do câncer
- Avaliação de resposta a tratamentos oncológicos
Valor no particular: entre R$ 5.000 e R$ 9.000.
Cobertura pelo plano: obrigatória em diversas indicações previstas no Rol da ANS.
Aqui, a conta é simples: um único PET-CT pode custar o equivalente a vários anos de mensalidade.
4. Ecocardiograma transesofágico e exames cardiológicos avançados
Exames cardiológicos complexos são essenciais para diagnósticos precisos, especialmente em pacientes de risco.
Valor no particular:
Ecocardiograma transesofágico: R$ 1.500 a R$ 3.000
Outros exames avançados: valores semelhantes ou superiores
Cobertura pelo plano: garantida quando há indicação clínica correta.
Quem cancela o plano e depois precisa de um exame desses geralmente se arrepende.
5. Procedimentos diagnósticos e terapias guiadas por imagem
Além dos exames tradicionais, muitos planos cobrem:
- Biópsias guiadas por imagem
- Procedimentos minimamente invasivos
- Sessões terapêuticas associadas ao diagnóstico
Valor no particular: pode ultrapassar R$ 10.000.
Cobertura: frequentemente obrigatória, desde que siga os critérios técnicos da ANS.
Onde muita gente erra ao avaliar o custo do plano
O erro mais comum é comparar:
Mensalidade do plano × consultas simples
Quando o correto é comparar:
Mensalidade do plano × risco financeiro de um exame caro inesperado
Esse risco é real, e acontece todos os dias.
Como a Acads protege você antes, durante e depois da contratação
A Acads atua exatamente onde a maioria das pessoas fica desamparada:
- Escolha do plano com melhor cobertura para exames caros
- Análise técnica do Rol da ANS
- Apoio em autorizações e negativas
- Orientação para evitar pagar particular por algo que o plano cobre
Corretores de internet e telemarketing costumam desaparecer quando a operadora nega um exame.
A equipe local da Acads orienta você no pós-venda, inclusive ajudando seu médico a preencher corretamente o pedido, reduzindo o risco de negativa.
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Um exame caro pode mudar toda a sua conta
Se você está se perguntando se o plano de saúde “vale a pena”, a resposta quase sempre está nos exames caros cobertos pelo plano de saúde.
Ressonância, tomografia, PET-CT e exames avançados não são exceção. São realidade em algum momento da vida. E quando esse momento chega, quem escolheu bem o plano agradece.
⚠️ Importante: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma análise individualizada. A Acads atua como consultora especializada, ajudando você a encontrar o plano de saúde mais adequado ao seu perfil, região e orçamento — sempre de acordo com as normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
FAQ (Perguntas Frequentes)
Todo exame caro é obrigatoriamente coberto pelo plano de saúde?
Não. A cobertura depende se o exame está previsto no Rol de Procedimentos da ANS e se há indicação médica adequada. Quando esses critérios são atendidos, a operadora é obrigada a autorizar, mesmo em exames de alto custo.
Ressonância e tomografia sempre precisam de autorização?
Na maioria dos planos, sim. Por serem exames caros, a operadora pode exigir autorização prévia para validar a indicação clínica. Isso não significa negativa. É um procedimento administrativo comum para exames de alta complexidade.
Vale a pena manter o plano só por causa de exames caros?
Sim. Um único exame como uma ressonância ou um PET-CT pode custar o equivalente a meses ou anos de mensalidade. Por isso, mesmo pessoas que usam pouco o plano acabam se beneficiando financeiramente quando precisam de um exame de alto ticket.
O plano pode negar um exame caro mesmo com pedido médico?
Pode tentar, mas nem sempre a negativa é correta. Muitas recusas acontecem por erro de enquadramento técnico ou falta de documentação adequada. Nesses casos, é possível reavaliar o pedido, solicitar revisão ou até recorrer administrativamente.
Como a Acads pode ajudar em casos de exames caros?
A Acads orienta desde a escolha do plano mais adequado até o uso correto da cobertura, ajudando o cliente a:
- Entender se o exame está no Rol da ANS
- Evitar pagar particular por exames caros cobertos
- Reduzir riscos de negativa indevida
- Tomar decisões seguras antes de cancelar o plano


